Mac.

Eis o rapaz prometido, e está à retrete. É triste, sabemos, mas se não é boa canção, é canção ao menos; ele faz e tem voz, ele parou. Ao espelho: um quarto de hora para confirmar a qualidade de uma pele imaculada.
É isto; temos dito, está considerado - prometemo-lo imaculado e aí está ele, a circundar o urinol com fome; a pendurar-se do moço das toalhas; a puxar autoclismos em ritmo e já perdido na WC feminina.
Revê-se, cremos, sabemos, que é bom. Espera, pois daqui a três noites (uma, flush, duas, flush, três, flush - pinga) há uma ameaça de quarto-e-cama no horizonte previsto pela janela, nas copas da cidade como massajadas pelo Sol. Limpa-se, flush.
O espírito deste rapaz é ameaçadoramente penetrado pela rapariga maculada - súcubus!, afugentem-na!; atirem-lhe um rolo de papel higiénico!; espera à porta por ele.
"Zé.
Despacha-te.
Ele está à espera."
A porca. Encosta-se, pressiona, empurra-o. Veja-se a cúpula de uma tarde higiénica a descer sobre ele; veja-se o seu maculado tremer! Abre e fecha a torneira; queremos-te. Pára. Lava as mãos de novo; então dás-nos fome.
A porca!
"Vem lá!,
chega disto!"
Desfaz-te, canta de novo! Afugenta-a em esconderes-te na alucinatória riqueza do azulejo invertido (um, flush!); molha os lábios a janela e à cúpula (dois, flush!), faz sinfonia de "Marco teve aki"s (três, flush!); remexe o atacador molhado (quatro f
"Foda-se!")
A porca!
"Despacha-te!"
Tem as mãos sujas demais, o imaculado rapaz. Não o sabemos explicar. Talvez ele dissesse que é arte, porque paradoxal, ou ciência, em ser contrário: "É precisar de aqui vir e daqui ir; é o meu corpo." (flush...) É o teu corpo imaculado, belo rapaz belo; "É a cidade ser mais bonita daqui"; é prometeres-te a beleza renovada, flush!
O porco!
"Foda-se, pronto.
Lavava as mãos."
O belo!

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